ERA UMA VEZ UM MENINO DESOBEDIENTE, que começou a chorar e a incomodar a mãe, que lhe pediu para se sentar perto de seu pai. O pai estava trabalhando no escritório. Quando o menino se sentou lá, começou a brincar com os papéis de serviço do pai.
Quando o filho começou a brincar com seus papéis do escritório, o pai cortou o mapa-múndi em pedaços e, para mantê-lo ocupado, lhe deu para juntar as peças corretamente.
O pai viu um mapa-múndi por perto e, para manter o garoto ocupado, cortou o mapa em pedaços e pediu ao filho para juntar os pedaços novamente e remontar o mapa. Mas o garoto não conseguia entender onde e o que deveria ser colocado. Olhando novamente, encontrou uma figura humana que estava no lado oposto do mapa. Isso ele podia entender facilmente. Identificou as mãos, a cabeça e as outras partes da figura humana e juntou todas as peças para formar novamente a figura. Somente a figura humana foi montada corretamente. Porém, nesse processo, o mapa-múndi, do outro lado do papel, que ele não compreendia, também foi montado corretamente. Como o mapa ficou certo? Ele ficou correto ao ser montada corretamente a forma humana.
Quando a criança montou corretamente a figura humana, o mapa-múndi, no outro lado do papel, tornou-se automaticamente correto.
Assim, antes de tudo, o homem deve tornar-se bom. Então, todo o mundo se tornará bom. Em primeiro lugar, o homem deve conduzir-se de uma maneira digna de um ser humano e levar uma vida apropriada à sua condição de ser humano. Isso, por si só, vai transformar o ser humano em divino. Por outro lado, se o homem se tornar um animal, como poderá trazer algo de bom para o mundo? Isso é impossível. Assim, a primeira coisa que o homem deve fazer é levar uma vida digna de ser humano. Ele não deve se rebaixar ao nível de um animal nem se tornar um demônio. Se o homem viver como ser humano, é o que basta. Este é o caminho que leva à divindade.
1.1 – Ensinar exige rigorosidade metódica: Deu a se entender que a uma necessidade a respeito ao conhecimento do aluno que ele vem a trazer para escola, e da compreensão de que ""formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destreza". E sim deixar ele impor suas opiniões dentro da sala de aula visto que ele é uma pessoa que faz parte do social e histórico.
1.2 – Ensinar exige pesquisa: Traz a idéia que o Professor jamais deve permanecer no que ele já tem que é o conhecimento, ele tem que buscar informações para fortalecer e acompanhar os novos sistemas de educação em sala de aula, tem que haver a postura de um professor atualizado, decorrente das inúmeras modificações, não precisando deixar de ser quem ele é, o educador.
1.3 – Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos: Mostra que devemos ouvir e aceitar as idéias trazidas pelos educandos, pois eles vivem socialmente na prática comunitária, e tem suas visões , que pode ser completamente aceita e aproveitada pelo Professor.
1.4 – Ensinar exige criticidade: É a curiosidade epistemológica, que é aqui muda de qualidade mais não de essência. A curiosidade como inquietação indagadora , que busca a verdadeira curiosidade humana em relação o existente e o que vem a existir.
1.5 – Ensinar exige estética e ética: "Do ponto de vista do pensador, não é possível mudar e fazer de conta que não mudou. É que todo pensar certo é radicalmente coerente." Certamente se você pensar certo você tem o direito de mudar , mais porém as vezes não a como pensar certo se houver a ética como principio.
1.6 – Ensinar exige corporeificação das palavras pelo exemplo: Retrata que pensar certo é fazer o certo, é ter segurança na argumentação e saber discordar do seu oponente sem ser contra ele ou ela. É uma busca de um novo educador para uma nova educação.
1.7 – Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a discriminação: "Pensar certo" não é um ato isolado, mais um ato comunicativo que necessita entendimento . Ao educador, cabe desafiar o educando e produzir sua compreensão do que está sendo comunicado.
1.8 – Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática: "É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática" . O Professor deve estar pronto a enfrentar qualquer tipo de objeções, e de questionamentos que venha passar, pois ele tem que haver uma certa autonomia em estar sempre atento a melhoria de sua pratica, pois existe alunos questionadores, e o educador deve estar pronto. Como mesmo diz Paulo Freire, que o momento fundamental dos Professores é a reflexão crítica sobre a prática.
1.9 – Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade cultural: Pois "quem forma se forma e re-forma ao formar, e quem é formado forma-se e forma ao ser formado" . Assim deve o educador mostrar que o educando deve ser confiante, se ele acredita no aluno concerteza ele ira buscar meios de melhorar seu comportamento e ira prestar mais atenção nas aulas pois é em um pequeno gestos que conseguimos remover qualquer objeção, sendo assim o Professor deve mostrar a importância de cada um dentro da sala de aula sendo de qualquer raça, etnia ou cultura, somos frutos da mesma geração.
"Se fôssemos sinceros em dizer o que sentimos e pensamos uns dos outros, em declarar os motivos e fins das nossas ações, seríamos reciprocamente odiosos e não poderíamos viver em sociedade."
Marquês de Maricá (Por favor antes de copiar nossa Charge - avise, desde já agradecemos)
Para alguns a geografia representa uma disciplina entediante , decorativa e de pouca utilidade fora da escola. Pois, na geografia até a pouco tempo nao se estudava espaço como um todo e sim retaliações, números e dados que não tinham significância para o dia-a-dia.
A partir de uma reflexão do texto "Uma disciplina simplória e enfadonha?" de Yves Lacoste, podemos concluir que o conhecimento geográfico era dividido em uma geografia "dos professores", pautada na memorização de nomes, dados, regiões, clima, relevo, vegetação, na qual tinha um objetivo de esconder da sociedade as reais potencialidades estratégicas que a geografia possue, sendo elas políticas, finaceiras ou militares.Um exemplo a ser citado é Hitler que usou essas estratégias para fazer guerra, conquistando territórios. Essa geografia que está inteiramente ligada a esses tipos de práticas, fica conhecida como a geografia dos "estados-maiores".
Então, houve épocas que não era ideal que se estudasse esse tipo de geografia, logo não era inteligente que houvessem pessoas que tivessem acesso ao conhecimento de uma ciência que até então era restrita ao Estado, no qual o poder prevalecia.
Enfim, perguntamos para que serve a geografia? Qual é sua função social? Possui ela alguma outra utilidade que não seja de dar aulas de geografia? E afinal, porque existem essas aulas, ela é uma ciência ou não?
Beatriz Santana,
Claudia Mascarenhas,
Evaldo Carvalho
Laíne Loureiro,
Marcílio,
Patrícia Pascoal,
Roberta Guimarães,
Roberta Souza,
Taise Batista.
___________________________________________________________________ Significado do nome do blog: trocou-se as letras pela orientação do som, para a gramática é errado mas na visão por exemplo, de uma criança é correto escrever desse modo, pois para ela o modo como se escuta é o mesmo modo que se escreve, assim o motivo da troca das letras o que pronunciando tem som de u para mostrar as diferentes percepções do mundo e a nossa visão, de dentro da gente sobre o mundo exterior